quarta-feira, 16 de março de 2011

Biggest Loser

Eu e minha família orgulhavamo-nos de sermos uma família sedentária. Não havia (há) bolo que resistisse naquela casa.
Nada a fazer, a D. Lu (nome fictício) tem mãozinha para os doces, então em dias de inspiração que não são assim tão raros, é normal ter em casa barquinhos de ovos moles, gelado, mil folhas enfim uma panóplia de escolhas que concerteza não existe nas outras casas fora das épocas festivas.
O meu pai dá cabo de uma tablete de chocolate assim numa boa meia hora. Nós temos um certo orgulho em encher a barriga com doçaria e comidas apuradas e tradicionais como o belo do cozido á Portuguesa que ainda hoje comi ao almoço.
Graças a Deus a genética trabalha um pouco a nosso favor, ninguém é obeso.
Assim sendo, deve ter sido um arzinho que nos deu. Ora eu entrei para o ginásio depois de anos de luta contra as minha glândulas sudoríparas . O meu pai foi hoje passado alguns trinta anos para a piscina e caminhar no tapete. A minha mãe não passa sem a caminhada dela obviamente que neste caso a conversa se sobrepõe ao exercício mas junta assim o útil ao agradável. A minha irmã é uma questão de tempo já que com tudo que se avizinha uma das suas prioridades vai ser estar top.
E foi assim sem mais nem porquê que se deu a revolução Biggest Loser na casa da Ju.

5 comentários:

jiboia disse...

Não deve ser facil resistir...barquinhos de ovos moles, ui, ká bom!!!

marta. disse...

temos todos de ser saudáveis :D

Sandra R. disse...

Podias fazer um programa de televisão, tipo "A casa do Toy", tás a ver :)

JU disse...

Não sei se o meu pai estaria diposto a ter aquela barbicha do Toy mas é uma questão de lhe perguntar.

•°o.O. Pintas.O.o°• disse...

Ai o mil folhas da D. Lu......